ZĂ© Canjica
by Jorge Ben
From the album: FÎrça Bruta
Lyrics for ZĂ© Canjica
(Companhia, ordinĂĄrio, marche) (Companhia, alto) EstĂĄ chovendo e a chuva vai molhar alguĂ©m Que outrora caĂa toda molhada nos braços meus NĂŁo Ă© verdade nĂŁo, nĂŁo pode ser NĂŁo Ă© verdade nĂŁo, nĂŁo pode ser SilĂȘncio, vai embora Me deixa, perdĂŁo SilĂȘncio, vai embora Me deixa, perdĂŁo Me desculpem, meus amigos, gente Se eu estou confuso e triste E atĂ© mal humorado Mas Ă© que eu jĂĄ nĂŁo sou O namorado do meu amor Mas Ă© que eu jĂĄ nĂŁo sou Mas Ă© que eu jĂĄ nĂŁo sou O namorado do meu amor Sei que a minha marĂ© nĂŁo estĂĄ pra peixe Mas eu nĂŁo vou desistir de pescar porque Pois ainda resta em mim Um fio de esperança e a vontade de viver Pra conseguir conquistar novamente ela Pra conseguir conquistar novamente ela SilĂȘncio, vai embora Me deixa, perdĂŁo SilĂȘncio, vai embora Me deixa, perdĂŁo ZĂ© Canjica (Companhia) (Boa tropa) (O telefone) Oh, ZĂ© Canjica (companhia, ordinĂĄrio, ah) Mas Ă© que eu jĂĄ nĂŁo sou O ZĂ© Canjica do meu amor (Tudo nĂŁo tĂĄ direito, ZĂ© Canjica) mas Ă© que eu jĂĄ nĂŁo sou O ZĂ© Canjica do meu amor (barriga pra dentro, peito pra fora) SilĂȘncio, vai embora Me deixa, perdĂŁo (a companhia estĂĄ um aço) SilĂȘncio, vai embora (um, doi) Me deixa, perdĂŁo (um, dois, um, dois) Um, dois (trĂȘs, quatro) Um, dois (trĂȘs, quatro) Um, dois (trĂȘs, quatro) Um, dois (trĂȘs, quatro) Um, dois...