DiversÔes EletrÎnicas
by Arrigo Barnabé e a Banda Sabor de Veneno
From the album: Clara Crocodilo
Track 3 of 8 on Clara Crocodilo (1980).
Duration: 7:52
Lyrics for DiversÔes EletrÎnicas
Su, su, antro sujo Su, su, antro sujo Su, su, antro sujo Su, su, antro sujo SĂł vocĂȘ nĂŁo viu Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro sujo VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas SĂł vocĂȘ nĂŁo viu Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro sujo VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas SĂł vocĂȘ, sĂł vocĂȘ, sĂł vocĂȘ nĂŁo viu! Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro sujo! VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi! No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas SĂł vocĂȘ nĂŁo viu Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro sujo! VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas SĂł vocĂȘ nĂŁo viu Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro imundo! VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas Era um balcĂŁo de bar de fĂłrmica vermelha Era um balcĂŁo de bar de fĂłrmica vermelha Era um balcĂŁo de bar de fĂłrmica vermelha Era um balcĂŁo de bar de fĂłrmica vermelha E vocĂȘ ali, naquele balcĂŁo De quĂȘ? (De fĂłrmica vermelha) Chorando, embriagado, pedia Garçom, mais um (Gin tĂŽnica) Mas ele te avisou VocĂȘ jĂĄ bebeu muito, jĂĄ bebeu demais (Vai pra casa, moleque) E vocĂȘ foi, cambaleando AtĂ©... atĂ© o telefone Telefone pĂșblico (Blim, blim, blim, blim...) E discou, discou, discou novamente O mesmo nĂșmero (NĂșmero) Sim, eu sei bem VocĂȘ cansou de esperar por ela Toda noite na janela velocidade a luzir Nesses delĂrios Nervosos Dos anĂșncios luminosos Que sĂŁo a vida a mentir E veio se entregar Ă bebida Aqui neste balcĂŁo de bar Fazendo cĂrculos com o copo de gin tĂŽnica Olhando a fĂłrmica vermelha VocĂȘ me dĂĄ dĂł Sim, meu amigo! Pena! Ă! E vocĂȘ ali, naquele balcĂŁo De quĂȘ? (De fĂłrmica vermelha) Chorando, embriagado, pedia Garçom, mais um (Gin tĂŽnica) Mas ele te avisou VocĂȘ jĂĄ bebeu muito, jĂĄ bebeu demais (Vai pra casa, moleque) E vocĂȘ foi, cambaleando AtĂ©... atĂ© o telefone Telefone pĂșblico (Blim, blim, blim, blim...) E discou, discou, discou novamente O mesmo nĂșmero (NĂșmero) No fliperama, ela entregava toda sua grana "Pra quem?" "Prum boy" "Ă?" Prum boyzinho (nĂŁo diga) sacana Ex-motorista de autorama Agora viciado nessas mĂĄquinas de corrida... viciado Que tinha ganho fama pela sua perĂcia como volante E pelo tratamento violento que dispensava a suas amantes Mas tambĂ©m, ela era feroz Tanto que ele deixou a marca dos dentes dela No braço pra depois mostrar pro delegado Se acaso ela fosse queixar das surras que levou Por causa de um ciĂșme incontrolĂĄvel Depois, quando clareou E eles foram pro hotel Ela viu um bĂȘbado jogado no chĂŁo E sorriu perversa Sorriu perversa Sorriu perversa SĂł vocĂȘ nĂŁo viu Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro sujo! VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas SĂł vocĂȘ nĂŁo viu Mas ela entrou, entrou com tudo Naquele antro, aquele antro sujo! VocĂȘ nunca imaginou, mas eu vi No luminoso estava escrito DiversĂ”es eletrĂŽnicas Era um balcĂŁo de bar de fĂłrmica vermelha Era um balcĂŁo de bar de fĂłrmica vermelha E vocĂȘ ali, bĂȘbado, embreagado Brigando com o garçom (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) Fazendo cĂrculos com o copo, Ă© (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) VocĂȘ me dĂĄ dĂł Sim, eu sentia pena de vocĂȘ (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) Sim, piedade (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) BĂȘbado (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) Um verme, um farrapo humano (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) Ah, que dĂł (E vocĂȘ ali naquele balcĂŁo) VocĂȘ estĂĄ acabado, vocĂȘ Ă© um fracassado
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